O QUE FAZER EM PARANAPIACABA?

Atualizado: Abr 16

LUGAR DE ONDE SE VÊ O MAR! Vila Ferroviária - Orgulho de Santo André

Em 1835 iniciaram os estudos para construção da ferrovia, porém as obras foram iniciadas em 1860.

A histórica vila inglesa, que nasceu como acampamento abrigou 5.000 operários envolvidos na construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí, teve nome alterado de estação Alto da Serra para Paranapiacaba (em tupi guarani "lugar da visão do mar" ou "lugar de onde se vê o mar" em 15/07/1945, por decisão do Conselho Nacional de Geografia.


Hoje Paranapiacaba é um dos principais pontos turísticos do grande ABC, pela localização e história.

No passado foi moradia de engenheiros e trabalhadores que enfrentaram o desafio de vencer as quase intransponíveis escarpas da Serra do Mar para instalar o sistema de transporte capaz de levar ao Porto de Santos o café produzido no interior de São Paulo.

Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, dedicou-se a missão que parecia impossível devido as dificuldades impostas pela Serra do Mar, incentivado por condições vantajosas de lucro aos investidores, O plano ganhou corpo em 1856, quando o decreto imperial concedeu a recém criada firma inglesa, São Paulo Railway Company Ltd os direitos de construir a estrada e explorá-la por 90 anos.


No entanto, as obras só foram iniciadas quatro anos depois, em 15 de maio, sob o comando o engenheiro Daniel M Fox, que já tinha experiência na construção ferroviária em trechos de serra, onde as intervenções no iniciaram em 1861.

A estada foi inaugurada em 1867, mas a empresa foi obrigada a manter os operários no local para complementação de obras na serra, o que exigiu a construção da estação Alto da Serra.

Em 1892 o governo autorizou a São Paulo Railway a duplicar a linha, obra iniciada em 1896 e concluída em 1901.

A modernização da ferrovia era condição fundamental para transportar cada vez mais produtos, com maior velocidade.

Assim, em 1934 foram introduzidas as primeiras locomotivas de tração diesel-elétrica nos trechos de planalto e Baixada-Santista e, em 1944, começou a eletrificação das linhas no trecho Capital a Jundiaí.


Um ano depois do antigo acampamento virar oficialmente Vila de Paranapiacaba, a São Paulo Railway foi encampada e todo o seu patrimônio passou para União.

Dez anos depois a estrada de ferro passou a ser administrada pela RFFSA (Rede Ferroviária Federal S/A).


Terminava ali a presença inglesa na vila, mas o legado deixado por engenheiros e operários continua a contar a história daquele pedaço da Inglaterra no Grande ABC.

PONTOS TURÍSTICOS:


MUSEU CASTELO

Chama a atenção pela sua arquitetura

Prédio em estilo vitoriano inglês, construído em 1897, para ser residência do engenheiro-chefe da empresa SPR (São Paulo Railway Co.)


O local hoje abriga o Museu Castelo (Caminho do Mens). É, sem dúvida alguma, um dos destaques de Paranapiacaba, e chama a atenção de quem visita à região.

E não somente por sua belíssima arquitetura como por sua localização.

Conhecido carinhosamente como Castelinho, o local foi erguido sob elevação natural, no ponto mais alto da vila, de lá o engenheiro-chefe podia acompanhar como estava sendo feito o trabalho pelos operários da Vila, além dos trens que chegavam a partiam de Paranapiacaba.


Exposição permanente, ilustrada por móveis, quadros e relógios que estão lá desde quando vivia o engenheiro-chefe, o museu ainda conta com uma maquete da Vila Ferroviária.


Horário de funcionamento: 10h as 16h I R$ 3,00

Visita guiada, ingressos podem ser comprados no local


MUSEU FUNICULAR

Resgata história da ferrovia

A construção da estrada férrea, em meados de 1860, deu início à história de Paranapiacaba.

Operários da companhia inglesa São Paulo Railway se instalaram no alto da Serra do Mar e criaram a vila, moldada pelos seus hábitos e costumes. Eles também contribuíram para o desenvolvimento do país, pois foram responsáveis pela implantação do sistema funicular, enorme maquinário composto por roldanas gigantescas, que movimentava os trens por meio de cabo de aço na descida e subida da Serra. Isso possibilitou que o café, principal produto de exportação do País na época, chegasse ao Porto de Santos.


Hoje, quem visita a Vila de Paranapiacaba, pode revisitar aquele período, e verificar a grandeza dos equipamentos que compunham o sistema.

O Museu Tecnológico Ferroviário, também conhecido como Museu Funicular, reúne prédios onde funcionavam oficinas e caldeiras, exposições permanentes de objetos, ferroviários e locomotivas de época.


História

O primeiro museu funicular, também chamado de Serra Velha, foi inaugurado em 1867. Por conta do desnível na topografia, existiam cinco patamares, cada um com uma máquina fixa, responsável por mover uniformemente, um cabo de aço, que deslizava sobre as polias e movimentava dois trens, um que subia e o outro que descia até os patamares seguintes, eram cinco, no total.

Em 1900 o segundo sistema funicular, conhecido como Serra Nova, começou a operar, uma vez que o primeiro não era mais suficiente para escoar a produção cafeeira. Mais tarde em 1974, foi inaugurado o sistema de cremalheira, esteira dentada fixa, com duas máquinas que circular sobre ela, no trecho serrano, construído no lugar no primeiro sistema funicular e desativado em 1981, após incêndio sem causa conhecida e que destruiu a Estação de Paranapiacaba.


Horário de funcionamento: Sábados, domingos e feriados: 10h as 15h I R$ 5,00


CASA FOX

Uma viagem à Paranapiacaba dos anos 1930

Casa Fox é um dos atrativos mais interessantes, erguida entre 1897 e 1901, trata-se de um conjunto composto por duas casas geminadas, que era utilizadas para abrigar trabalhadores. Somente em sua construção, com paredes duplas, porão em pedras e tijolos, é possível observar, traços da arquitetura do século 19. Ainda foi edificada com madeira pinho-de-riga, utilizada nas paredes e teto do espaço. erguido entre 1897 e 1901, restauro em 2003.

recentemente o local passou a abrigar a exposição Casa da Família Ferroviária, que busca levar o turista a vivencia o cotidiano da vila dos anos de 1930. Com mobiliário da época, cozinha, sala de estar, quarto e quarto de costura, além das fotos históricas que decoram o local.

Horário funcionamento: Sábados e Domingos das 10h às 15h - R$ 3,00

Torre do Relógio:

Igreja Senhor Bom Jesus de Paranapiacaba

Foto: Triany Menezes


Clube União Lyra Serrano

Casa de Arquitetura (CDARQ)

Antigo Mercado



TRILHAS:


Trilha dos gravatás

Parte do Núcleo de Interpretação Ambiental Olho d'Água, é um dos menores e mais fáceis trajetos, com 639 metro de distância, sendo possível percorrê-la em uma hora.

O caminho é contemplado pela sombra de árvores como manacá-da-serra e miconia-cabuçu, além de ser repleto de gravatás, planta da família das bromélias. Com declividade de até 15 graus, pode ser incluída em roteiros de um dia na Vila.


Trilha do Mirante

Cerca de 1.000 metros de altitude, a vista é privilegiada e de tirar o fôlego. Dali de cima, no limite com Parque Estadual Serra do Mar, é possível enxergar boa parte da baixada santista, as estradas do sistema Anchieta-Imigrantes e o polo industrial de Cubatão. O percurso de ida é de 2.385 metros e a declividade é de até 15 graus. Embora tenha duração de duas horas e meia, é de nível fácil.


Trilha da Pontinha

Com 2.750 metros de extensão, esta trilha é uma das mais procuradas, principalmente por ser fácil, com declividade máxima de 15 graus. O Caminho acompanha o percurso do Rio Grande, em que é possível observar a queda d'água construída em 1900 para captação de água ao sistema funicular. Ao término da caminhada, o visitante pode se banhar em piscina natural.

Trilha das Hortênsias

De média dificuldade e integrante do Núcleo de Interpretação Ambiental Olha d'água, o caminho leva este nome porque é repleto de hortênsias e plantas exóticas, além de acompanhar o curso d'água. Com 575 metros de extensão, a declividade varia de 15 graus a 20 graus e pode ser percorrido em uma hora.

Trilha da Água Fria

Com 2.768 metros e declividade de 15 a 20 graus, trilha de média dificuldade, possibilidade que o visitante comtemple córrego formado por diversas nascentes que dão origem ao Rio Grande, no entanto, não é permitido se banhar nas águas.


Trilha da Comunidade

Considerado o trajeto mais difícil, com 4.118 metros e declividade acima de 30 graus, é a trilha que permite acesso a nascente dos rios Grande e Pinheiros, onde o visitante pode experimentar a água que escorre a uma das piscinas. Além disso, também é possível observar as ruínas de um refúgio espiritual com influências do hinduísmo e umbandismo, construído da década de 1970.

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EVENTOS NA VILA DE PARANAPIACABA


Março

Carnaval de Paranapiacaba

Abril

Festival do Cambuci

Maio

Convenção de Magos e Bruxas (mudou para outubro devido a Covid)

30/05/21 - Excursão Angulo Travel

Junho

Festa Junina

Julho

Festival de Inverno

25/07/21 - Excursão Angulo Travel

26/07/21 - Excursão Angulo Travel

Setembro

Feira Caminhos do Cambuci

Feiras de Artes, Artesanato e Antiguidades

Exposição de Arquitetura Escola Cidade

Festival de Fotografia

Roda da Primavera

Outubro

Feira Caminhos do Cambuci

Feiras de Artes, Artesanato e Antiguidades

Dia da Criança

16/10/21 - Excursão Angulo Travel

Novembro

Feira Caminhos do Cambuci

Encontro Yoga

Feiras de Artes, Artesanato e Antiguidades

Exposição de Arquitetura Escola Cidade

Dezembro

Feira Caminhos do Cambuci

Feiras de Artes, Artesanato e Antiguidades

Exposição de Arquitetura Escola Cidade

Feira Oratórios e Presépios

Observação: devido a Covid-19 as datas podem ser alteradas ou canceladas, confirmem no site abaixo:

Prefeitura Santo André




PARA SABER MAIS OU COMPRAR CLIQUE NO LINK ABAIXO:

Festival dia 25

Festival dia 26

Torre com Paranapiacaba